Inspiração

Viver Trabalhando ou Trabalhar Vivendo?

Vivemos Trabalhando

A nossa relação com o trabalho é quase sempre complicada.

A gente chega no trabalha as 8 da manhã pensando na hora de ir almoçar, volta do almoço pensando nas 6 da tarde, a hora de ir embora para podermos aproveitar o pouco que sobrou do dia.

Quando chega as 6 da tarde fomos consumidos de tal forma que tudo que queremos é voltar para casa e descansar para estar pronto as 8 da manhã do dia seguinte.

Esse ciclo se repete de segunda a sexta.

Então a gente pensa: pelo menos terei sábado e domingo para fazer nada: curtir a vida e descansar.

Mas não podemos descansar, temos que gastar o dinheiro que fizemos durante a semana.

Temos que nos compensar pelo trabalho duro: nos metemos em shopping centers lotados e vamos as compras.

Compramos e compramos tentando preencher o vazio e dar significado a alguma coisa.

Trabalhamos Vivendo

A nossa relação com o trabalho é de paixão.

A gente não tem hora pra chegar no trabalho, uns dias começamos a trabalhar em casa, outros ficamos o dia inteiro por lá.

A gente não tem hora para sair do trabalho, se algo tem de ser feito, será feito e com alegria pois é algo em que acreditamos.

Se há algo para ser comemorado, porquê não começar a festa lá mesmo? E não existe nem dia nem hora para comemorarmos a vida.

Temos responsabilidade e prazos, como em qualquer trabalho, mas quem decide a hora de cumpri-los somo nós.

Afinal, como alguém poderia saber melhor do que nós mesmos a hora em que rendemos melhor?

O ambiente de trabalho é de colaboração, não tem essa de pisar na cabeça de alguém para ascender hierarquicamente, aliás, hierarquia é algo que não existe.

Fim de semana é tempo de descanso? Também, mas se algo ficou esquecido durante a semana nada melhor que trabalhar da varanda de casa.

Ou voltar para o escritório, começar um churrasco lá mesmo, emendar uma festa, sem se preocupar com o destino final: o mais importante é aproveitar o caminho.

Manoel

Sou a mudança, a adaptação, a busca e a energia de transformar. Sou tudo e nada ao mesmo tempo. Sou introvertida e extrovertida ao mesmo tempo.

Sou nômade de mim mesma e tenho mais experiências marcantes que anos de vida. Mudei tanto desde que nasci que eu não sei dizer quem eu sou. Não consigo me definir pelo que já vivi. Gosto de viajar e descobri que esse é o meu jeito de aprender. Busco desaprender para aprender e deixo a história me ensinar.

Aprendo a lidar com as incoerências externas e com as minhas incoerências internas. Tenho milhares de formas de ser e de existir.

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