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Sustentabilidade Emocional

No #POAJAM pude ter a certeza que pessoas unidas por um propósito único é, sem dúvidas, o motor que alimenta a construção de projetos. É engraçado pois trabalhamos em projetos que tinham o objetivo de mudar, mesmo que por um curto intervalo de tempo, a percepção de outras pessoas a respeito de sustentabilidade e junto com isso percebi também uma mudança interior nas pessoas, algo transformador que não é possível explicar, mensurar, enxergar, ou tentar identificá-la.

Juro que tudo que eu mais queria ver eram ações sustentáveis, composteiras coletivas, hortas públicas, e muitas coisas que eu me interesso, e sou apaixonado. Para minha felicidade não foi o que vi, percebi pessoas muito mais profundas e que querem sim ir muito mais além do convencional. Foram 48 horas de criação de projetos de execução sustentável, e sinceramente, são essas pequenas ações sustentáveis que o mundo precisa. Sorrir, conversar, abraçar, ter um pouco mais de interação com seu próximo.

Ao mesmo tempo que enxergava uma simplicidade linda nas ações criadas, também percebia que pensar aquelas ações e dar forma para o projeto demandava uma complexidade gigante, pois todos precisavem estar dispostos a sair para fora da caixa e executar coisas que realmente, não existiam em nossa cidade, nem no mundo.

Sem dúvida fui uma daquelas pessoas que mudou em 48 horas. Que, junto com todo mundo, começou a enxergar uma lógica muito maior para a sustentabilidade. Sobre o ser sustentável emocionalmente, tomar consciência disso, aprender com essa conscientização, planejar ações de impacto positivo, executá-las, e apresentá-las ao mundo de uma forma emocionante. Quero e farei mais. Obrigado pelas trocas!

Love,

Gui Lacerda

Manoel

Sou a mudança, a adaptação, a busca e a energia de transformar. Sou tudo e nada ao mesmo tempo. Sou introvertida e extrovertida ao mesmo tempo.

Sou nômade de mim mesma e tenho mais experiências marcantes que anos de vida. Mudei tanto desde que nasci que eu não sei dizer quem eu sou. Não consigo me definir pelo que já vivi. Gosto de viajar e descobri que esse é o meu jeito de aprender. Busco desaprender para aprender e deixo a história me ensinar.

Aprendo a lidar com as incoerências externas e com as minhas incoerências internas. Tenho milhares de formas de ser e de existir.

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